quinta-feira, 29 de março de 2012

Tarefa C - Escolha uma das mídias colocadas no blog e faça uma análise de suas possíveis camadas: física, sintática, semântica e pragmática. Coloque conceitos, propriedades, casos de uso e outras descrições que caracterizem cada uma das camadas.

Áudio Steve Jobs - Audiovisual

Física - tecnologias usadas: como se trata de um áudio um exemplo físico é o próprio computador.

Logica - sintaxe da mensagem: link do vídeo e o seu áudio.

Conceitual - semântica da mensagem: Steve Jobs fala sobre a vida e o pensamento comum que a sociedade possui e tenta impor aos demais, porém esse pensamento pode mudar e cada um pode realizar muito mais do que a sociedade tenta impor.

Intenção - pragmática da mensagem: Jobs tenta mostrar que podemos fazer muitas coisas além de apenas viver uma vida simples e com isso tenta atingir todas as pessoas que lutam por um futuro melhor. Essa entrevista é de 1995, momento em que Jobs e a Apple estavam em um momento muito próspero e essa mensagem atingiu muitas pessoas.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Baby Boomers

A geração Baby Boomers se trata das pessoas que nasceram logo após a Segunda Guerra Mundial, onde houve um aumento muito grande na natalidade de vários países, pois os soldados estavam voltando para as suas casas.

Steve Jobs foi uma das muitas crianças dessa geração que, apesar da pouca tecnologia de sua época, foram extremamente importantes para as gerações futuras, pois tiveram participação decisiva na criação das tecnologias atuais e é exatamente sobre isto que ele fala neste áudio.

Nesse trecho da entrevista retirada do documentário Steve Jobs: Secrets of LifeJobs fala como as pessoas possuem pouca percepção sobre a própria realidade ou são influenciadas por outras pessoas a pensar que a vida é algo demarcado, com um roteiro, e que todos devem viver de uma mesma maneira, porém Jobs alerta que essa compreensão da vida pode mudar drasticamente quando você percebe algo muito simples, tudo que existe no mundo foi criado por pessoas iguais a todo mundo e que qualquer um pode mudar, influenciar e também criar algo útil para o resto do mundo.

Essa percepção que Jobs nos mostra é exatamente o que sua geração conseguiu absorver e utilizar com muita perspicácia e por isso é tão importante para as gerações futuras. Através das várias tecnologias criadas nessa época - e continuaram evoluindo - que foram criadas coisas que são indispensáveis na nossa vida nos dias de hoje.




Transcrição e tradução do áudio:

"Então o que eu diria é que conforme você cresce, tende a acreditar que o mundo é do jeito que é e você deve apenas viver sua vida se adaptando ao que existe. Tentar não bater muito nas paredes, tentar ter uma boa vida familiar, se divertir, guardar um pouco de dinheiro... mas essa é uma vida bastante limitada. A vida pode ser muito mais ampla quando você descobre um simples fato: que tudo isto a sua volta, que você chama de vida, foi feito por pessoas que não eram mais inteligentes que você; e você pode mudar e influenciar isso, você pode criar suas próprias coisas que outras pessoas podem usar e, no minuto em que você percebe que pode cutucar a vida, na verdade se você empurrar aqui, algo vai sair do outro lado, você pode mudar, moldar. Esta é talvez a coisa mais importante; chacoalhar esta noção errônea de que a vida está lá e você vai só passar por ela ao invés de abraçá-la, modificá-la, melhorá-la, deixar sua marca nela. Eu acredito que isto é muito importante e, de qualquer forma, quando você aprende, passa a querer mudar a vida, fazê-la melhor, já que ela é complicada em vários aspectos. Ao aprender isto, você nunca mais será o mesmo."

Autor: Pedro Vilas

terça-feira, 20 de março de 2012

Geração Y



Nascidos entre os anos 80 e 90, os jovens da Geração Y são considerados filhos dos Baby Boomers. Foram fortemente influenciados pelo ambiente cultural, político e econômico no qual cresceram; uma época tecnologicamente mais avançada que as anteriores, com uma crescente quantidade de informação a apenas um clique do mouse. Esta geração não conheceu a vida sem computador ou internet, teve a tecnologia incorporada no seu dia a dia como forma de entretenimento e comunicação. Alguns problemas, contudo, vieram junto dessa avalanche de tecnologia. Muitos indivíduos dessa geração levam um estilo de vida considerado pouco saudável, passam muito tempo em frente ao computador, ou usando seus celulares e outros aparelhos. São vistos como individualistas, competitivos, ansiosos e preferem ficar navegando na internet a fazer outras atividades.

A imagem escolhida demonstra bem este ponto. Nela, são mostradas as diferenças entre as gerações da humanidade, parodiando a teoria da evolução de Darwin. A imagem mostra uma pessoa debruçada sobre um computador, claramente referindo-se ao estilo de vida de grande parte dos jovens da geração Y.

Apesar das críticas sobre a alienação desses jovens, eles são vistos no mercado de trabalho, de forma geral, como pessoas dinâmicas e pró-ativas. São comunicativos, de fácil adaptação a tecnologias, possuem disposição para aprender e procuram obter rápido crescimento. As empresas se interessaram bastante por esta geração, não somente como profissionais que possuem características diferenciadas, mas também como consumidores em potencial.


Autor: Maria Isná Alencar de Castro.

domingo, 18 de março de 2012

Veteranos

Terceira Idade mostra que tecnologia não é exclusividade da juventude

Por: Ana Carolina Rocha e Carla Saemi, repórteres iG em São Paulo - Ultimosegundo - 26/Fev/2002

O doutor Antonio Varela, 82, e sua esposa Maria Silvia, 78, navegando pela Internet:
"A gente tem que de atualizar em tudo. Quando eu era criança, o telefone era à manivela e hoje em dia eu carrego esse celular comigo (se referindo a um minúsculo aparelho que carrega no bolso da camisa)", conta o médico doutor Antonio Varela Junqueira de Almeida, 82, que acessa a Internet há, pelo menos, quatro anos.
O computador apareceu em sua rotina quando uma filha que mora no Rio de Janeiro deixou um PC em sua casa para facilitar a comunicação entre eles e para trabalhar, quando estivesse em São Paulo. Os netos foram responsáveis pelas aulas de informática e, atualmente, doutor Varela utiliza a máquina com tamanha desenvoltura que considera até mesmo o e-mail um canal de comunicação obsoleto.
"Converso com o meu neto e a esposa dele que vivem em Chicago, nos EUA, por meio desses serviços de Instant Messages (programa de mensagens instantâneas). Não preciso enviar e-mail a ele. Para mandar uma carta eu preciso postar, ir até o correio, saber se a quantidade de selo é suficiente Quando meu neto está conectado ao PC, recebo uma mensagem e posso conversar na mesma hora", diz. Além da comunicação com a família, doutor Varela e sua esposa Maria Silvia Junqueira de Almeida, 78, navegam por sites de notícias e museus, entre outros.
"Quando o computador chegou aqui, fiquei tão ansiosa que tive insônia durante a noite e decidi dar uma olhada na Internet. A primeira coisa que me deparei foi com um site sobre a Amazônia. Eles pediam para os internautas enviar um e-mail e eu mandei. Recebi a resposta e fiquei encantada", conta Maria Silvia que, assim como o doutor Varela, é "viciada" no jogo de cartas FreeCell. Mas o computador não serve apenas para o entretenimento na casa do doutor Varela, que exerce a medicina desde 1944. A rede mundial de computadores também é utilizada em suas pesquisas. "Há algum tempo, tive de desenvolver um trabalho e consultei uma bibliografia que havia sido atualizada naquele dia. Não poderia encontrar conteúdo mais atual que essa em lugar nenhum", comenta.
As novas tecnologias são ferramentas de trabalhos também para o contador, economista, administrador de empresas e advogado Arnaldo Bilton, 80. Há um ano ele começou a ter aulas de informática uma vez por semana e, hoje em dia, utiliza o computador na elaboração dos gráficos e estatísticos que faz em seu serviço de assessoria contábil. "Usar máquina de escrever e calculadora não dá mais".

Capacidade Total

Imaginar uma pessoa da terceira idade (acima de 65 anos) utilizando tecnologias pode ser estranho para alguns, mas os casos mencionados não são aberrações. De acordo com levantamento de janeiro de 2002 do Ibope eRatings, 1,5% dos 6,3 milhões de internautas domésticos brasileiros têm mais de 65 anos. Nos EUA, terra natal da Internet, a porcentagem é ainda maior. Os idosos totalizam 7,01% dos 80,8 milhões de usuários domésticos. No Brasil, porém, os internautas da terceira idade permanecem mais tempo conectados que os norte-americanos. Os brasileiros ficam, em média, cinco horas e 58 minutos por mês, contra três horas e 40 minutos dos americanos. Esse índice é superior ao registrado na faixa etária de dois a 11 anos, em que os usuários passam, em média, três horas e 26 minutos conectados ao mês. A única vantagem que aquele grupo possui é a agilidade na aquisição de novos conhecimentos.
De acordo com a professora doutora da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP), Yeda Aparecida de Oliveira Duarte, o cérebro humano saudável é capaz de absorver informações até morrer, mas, com o passar do tempo, ocorre um processo de lentificação no aprendizado. A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Tereza Bilton, diz também que "é claro que existem algumas limitações físicas como a visão e os movimentos. Porém, esses problemas são facilmente contornáveis. É só utilizar equipamentos mais adequados, como teclados e monitores maiores", explica. "Tenho muitos pacientes na faixa dos 80 anos que usam o computador e percebo que o aprendizado deles é sensacional. Essa atividade traz muitos benefícios às pessoas nessa idade, pois estimula o raciocínio, a percepção e a atenção, entre outros fatores".
O coordenador regional da área de geriatria da Associação Brasileira de Psiquiatria, Cássio Bottino concorda com Tereza. "Alguns estudos feitos nos EUA mostram que o envelhecimento dificulta a memória secundária, responsável por novos conhecimentos, mas essa dificuldade significa lentidão e não impossibilidade. Se houver estimulação e aplicação por parte do idoso, ele está apto a aprender informática, como para qualquer outra coisa", explica. "O uso do computador é aconselhável, pois desperta a atividade intelectual". A doutora Yeda, porém, observa que "existem alguns quadros patológicos que reduzem a capacidade de aprender. A depressão, por exemplo, reduz a concentração das pessoas e ela é muito comum entre idosos", explica. "Algumas situações sociais também podem diminuir o interesse de aprendizagem como o isolamento, a solidão, mas isso não é uma regra, há pessoas que vivem em asilos e continuam querendo aprender", diz a médica.
A prova disso é a curiosidade de Benjamin Cohen, 79, que vive há um ano e quatro meses no lar para idosos Golda Meir e participa há sete meses de aulas de tecnologia, ministradas por estudantes do segundo grau, voluntários do projeto "Aprendiz". "Isso é fabuloso", diz Cohen sobre o game que permite matar virtualmente o terrorista Osama bin Laden, que recebeu por e-mail. Ele é acompanhado todo o tempo pelas estudantes Cecília Silva Coelho e Carolina de Castilho. "Eles aprendem rapidamente e, muitas vezes, basta ficar do lado observando para dar segurança", diz Carolina.

Efeito colateral

Eva Dammann, 79, que visita o lar Golda Meir periodicamente para participar das aulas, brinca dizendo que "brigou a tarde toda com o computador". Acompanhada pela monitora Juliana Rodrigues, ela navega por sites de notícias de Israel, Alemanha e EUA, checa e-mails, e mostra que a "luta" não passa de modéstia. Em sua casa, o computador chegou há dois anos, trazido pelo filho que queria deixar os pais mais atualizados. "Meu marido freqüentou o curso por dois anos, mas não gostou e agora tem aversão à tecnologia. Ele escreve cartas somente em nossa (máquina de escrever) Hemington e manda pelo correio".

Sobre o texto:

"As pessoas que compõem a geração veteranos nasceram entre 1925 e 1945, no período de grandes crises econômicas. Os veteranos são pessoas mais rígidas e respeitam regras, por causa das dificuldades que viveram." 

O desejo de mudança no período das crises era sem tamanho, o que, de certa forma, contribui para a adaptação às tecnologias atuais, como computadores, celulares e automóveis modernos. Mas o impacto dessa geração ainda é significativo na cultura organizacional atual para as empresas que ainda tem funcionários muito antigos. Essa geração possui uma grande “carga” de sabedoria e experiência, que adquiriram ao longo dos anos. 

O texto "Terceira Idade mostra que tecnologia não é exclusividade da juventude" foi escolhido para falar da geração veteranos por ter em seu conteúdo resultados de pesquisas realizadas, profissionais da área da saúde explicando o que acontece com o cérebro das pessoas que participam  dessa geração e depoimentos de pessoas idosas que utilizam a tecnologia no dia a dia.

O texto mostra como essa geração, aos poucos, também vai entrando no mundo digital, como um imigrante. A curiosidade e a dedicação são fundamentais para que essa geração tenha contato com as novas  tecnologias e, mais ainda, para permanecerem usando essas tecnologias. Mas pode ser que ocorra também uma aversão à tecnologia, como o exemplo do marido de Eva Dammann, no final do texto, que escreve cartas em máquina de escrever e manda pelo correio até hoje.

Autor: Cláudio Manuel

quarta-feira, 14 de março de 2012

Geração Z


O vídeo em questão trata-se de um anúncio publicitário. O motivo da escolha do mesmo é o fato de estar intimamente ligado à “Geração Z”, citada por Marc Prensky.

Os indivíduos pertencentes a essa geração nasceram ou cresceram no mundo já dominado pela alta tecnologia e desde cedo aprenderam a conviver com ela. Um detalhe importante é que os objetos exibidos no vídeo foram, em algum momento, altamente tecnológicos no contexto de sua época.

Saber lidar com o que há de mais novo não significa necessariamente dominar também uma tecnologia antiga. A dificuldade dos veteranos com a tecnologia atual é justificável quando se percebe a total incapacidade da “Geração Z” com relação às ferramentas de épocas passadas.

Autor: Moisés Moura Rodrigues